quinta-feira, 30 de junho de 2016

Capítulo 2 - Chegada ao Castelo Strome


Enquanto que Mhairie e Bethia estavam animadas ao ver o Castelo Strome se aproximando a cada trote dos dois cavalos que puxavam a carruagem, Jeanne estava calada, pensando no que tinha acabado de lhe acontecer perto do lago Carron. Uma doce sensação de felicidade passava por todo o corpo quando ela se lembrava dos lábios quentes daquele homem encostados aos seus. Por estar perdida em seus pensamentos, Jeanne se assustou quando Bethia sacudiu os seus ombros.
— O que foi? — perguntou Jeanne com um olhar zangado por ela ter lhe tirado de pensamentos tão prazerosos.
— Onde estava, Jeanne? Eu lhe chamei umas três vezes e você ficou parada olhando para o nada. O que está acontecendo?
Jeanne olhou para as três garotas dentro da carruagem e viu que olhavam para ela com uns semblantes preocupados. Ela sorriu para tranquilizá-las. Precisava dividir alguém o que tinha acontecido no lago Carron.
— Aconteceu uma coisa quando enquanto eu estava naquelas árvores.
— O que aconteceu, prima? — perguntou Mhairie curiosa ao se aproximar de Jeanne.
— Eu escutei um barulho do outro lado do lago e fui ver o que era — contou com tom de suspense.
— E o que era, senhorita?
— Era um homem. E estava nadando nu no lago.
— Nu? — as três falaram ao mesmo tempo e colocaram as mãos na boca.
— Nu. Era o homem mais lindo que eu já vi em toda minha vida.
— E ele viu você? — perguntou Bethia preocupada. — Ele lhe fez alguma coisa? — perguntou ainda mais preocupada.
— Claro que não fez nada com ela, Bethia — disse Mhairie achando a preocupação da irmã exagerada. — Se tivesse acontecido ela teria gritado.
— Mas aconteceu algo, Mhairie.
— Aconteceu? — sua voz saiu com uma mistura de preocupação e curiosidade.
— Ele me beijou — disse séria.
As três garotas se aproximaram ainda mais de Jeanne.
— Por que não gritou, prima?
— Porque eu gostei, Bethia.
— Como assim você gostou, Jeanne. Você está prestes a se casar com o chefe do clã MacDonell e deixa ser beijada por um estranho? Onde estava o seu bom senso para fazer o que era certo, Jeanne?
— Nas nuvens, minha prima. O homem me beijou e quando eu vi eu estava correspondendo o beijo — fechou os olhos. — Meu Deus! Eu não consigo esquecer o beijo e nem aquele homem.
— E quem era o homem?
— Eu não sei, Mhairie.
— E se for um dos convidados do seu marido? — perguntou Myrna preocupada.
— Ele não é — disse Jeanne com toda a certeza. — Eu disse que estava indo para o casamento do chefe MacDonell e ele não disse nada. Se ele fosse um convidado ele diria que também estava indo para o castelo.
— Ele pode ser um camponês que trabalha para o seu futuro marido. E se você encontrar com ele novamente? — perguntou Bethia com as sobrancelhas levantadas.
Ao ouvir a pergunta da prima, Jeanne começou a se preocupar. Ela não tinha pensado naquela possibilidade. A verdade era que ela não tinha pensando em nada enquanto o beijava. Somente se entregou àquele momento como se sua ela dependesse daquele beijo para viver.
— Se ele for um MacDonell com certeza eu jamais voltarei a vê-lo novamente. Eu vivi minha vida toda em Wick e não conheço todos os Sinclair que moram em Wick, nem mesmo os que moram entorno do Castelo Girnigoe.
— Jeanne tem razão, minha irmã. Com certeza ela jamais voltará a ver esse homem novamente. Ela estava com roupas de criada e ele pensou que ela fosse uma criada, por isso a beijou. O beijo foi bom, prima?
— Foi maravilhoso, Mhairie. Foi o meu primeiro beijo. Os lábios dele eram tão macios e quentes. Eu nunca senti antes o que senti enquanto estava nos braços dele.
— Eu sei que deve ter sido algo maravilhoso, prima — disse Bethia ao segurar as mãos de Jeanne. — Mas tem que esquecer. Você se casará amanhã e não pode ficar pensando em outro homem. Isso é errado.
Mhairie arrancou bruscamente as mãos de Jeanne das mãos da irmã e disse olhando diretamente para Jeanne.
— Pois eu acho que você não tem que esquecer nada, prima — olhou para a irmã e com o olhar lhe disse que estava errada. Depois voltou a olhar para Jeanne. — Muitas mulheres passam a vida sem nunca ter sentido o que você sentiu com aquele homem. Muitas morrem sem nunca terem sido beijadas como você foi. Um beijo que lhes provoque sensações que nunca sentiram antes. Os maridos não beijam suas esposas dessa forma. Muitos maridos nem beijam suas esposas. Não esqueça o beijo, prima. Essa lembrança a fará se sentir viva quando o seu marido perder o interesse por você. No final todos perdem o interesse pelas esposas e procuram as amantes. Foi assim com minha avó, com minha mãe e com certeza será assim comigo. Eu queria muito ter essa sorte que você teve de ter sido beijada de forma tão fugaz por um desconhecido.
Jeanne abraçou a prima como forma de agradecimento. Ela entendia o que a prima queria dizer. Sua mãe uma vez lhe disse que seu pai nunca a beijou, que ela nunca tinha sido beijada. Os carinhos e os beijos de seu pai eram reservados para as amantes.
— Já estamos chegando ao Castelo Strome. É melhor vocês trocarem de roupa — avisou Bethia, olhando de Jeanne para Myrna.
Elas fecharam as cortinas das janelas da carruagem e trocaram de vestidos. Momentos depois elas viram surgir as primeiras casas que ficavam próximas do castelo. E chegando mais perto do castelo, Jeanne viu as casas e o mercado que ficavam em volta do Castelo Strome. Por onde a carruagem passava, os camponeses paravam e se curvavam. Eles sabiam que dentro daquela carruagem estava a futura senhora do Castelo Strome. Assim que entraram no pátio do castelo, Jeanne ouviu as águas agitadas do lago Carron batendo na muralha que ficava em volta do castelo. O pátio tinha uma pequena agitação, que com certeza era por causa de seu casamento. A carruagem parou em frente à porta do castelo e um criado abriu a porta. Sr. Lorne já tinha desmontado e estava do lado da porta da carruagem. Jeanne foi a primeira a descer. Em frente à porta estava uma mulher baixa de meia idade, de forma arredondada com uma touca branca na cabeça. Seu rosto transmitia calma e candura. Ao seu lado estava uma jovem de cabelos avermelhados com uma aparência selvagem. Apesar dos cabelos alvoroçados e o jeito vulgar, a mulher era muito bonita. As alças do seu vestido estavam caídas abaixo dos ombros deixando à mostra todo o seu colo e parte dos seus seios.
A mulher mais velha desceu os poucos degraus e ficou em frente à Jeanne, que estava ao lado do Sr. Lorne. Mhairie, Bethia e Myrna desceram da carruagem e ficaram atrás dos dois.
— Você deve ser Jeanne Sinclair — disse a mulher sorrindo. — É exatamente como Brodric a descreveu para o jovem Earl MacDonell. Estávamos todos ansiosos para conhecê-la, senhorita. Eu sou Deirdre.
Jeanne fez uma mesura demorada para a mulher como forma de respeito. Ela sabia que a mulher em sua frente era uma criada, mas percebeu que ela deveria ser alguém importante para os senhores do castelo.
— É um prazer conhecê-la, Sra. Deirdre. Esse é o Sr. Lorne — virou-se para o homem ao seu lado. — O Sr. Lorne é o homem de confiança de meu irmão, o Earl William Sinclair. Ele veio no lugar de meu irmão. Essas são minhas primas, Mhairie e Bethia.
Jeanne indicou com a mão as duas garotas atrás dela, que cumprimentou a mulher com um aceno de cabeça. Não dedicaram o mesmo respeito com que Jeanne dedicou à mulher.
— E essa é minha criada Myrna — disse ao olhar para Myrna e sorriu.
Myrna se abaixou e cumprimentou a mulher com todo o respeito que ela merecia. Ela era uma criada, mas com Jeanne, ela tinha certeza que a mulher era alguém muito respeitada pelos senhores do castelo, pois tinha sido escolhida para receber a futura senhora do castelo nos lugar deles.
— A senhorita não precisará mais de sua criada — virou e olhou para a jovem que estava um pouco atrás dela. — Laudine será sua criada a partir de agora.
Ao ouvir o seu nome, a mulher, que deveria ter um ou dois anos a mais que Jeanne, se aproximou e se curvou.
— Eu sei, senhora. Myrna partirá com minhas primas de volta a Wick. Mas enquanto ela estiver aqui, eu a quero como minha criada. Se isso não for nenhum problema.
— Com certeza não, senhorita — sorriu. — Laudine levará os homens para guardar a carruagem e os cavalos e mostrará onde eles ficarão. Depois ela levará o Sr. Lorne até o seu quarto no castelo — disse olhando para o Sr. Lorne.
— Venha comigo, senhor — disse Laudine com uma voz sedutora. — Eu vou mostrar onde fica o estábulo do castelo.
Enquanto o Sr. Lorne e os outros homens seguiam Laudine, as mulheres em frente ao castelo ficaram em silêncio.
— Venha comigo, senhorita. Vou levá-la até o vosso quarto.
Enquanto a Sra. Deirdre as levava pelos cômodos do castelo, Jeanne observava tudo.
— Estamos todos muito contentes com sua vinda, senhorita. Há anos que não temos uma senhora no Castelo Strome. Depois que Lady Coira MacDonell morreu, o Earl não voltou a se casar. Sou a cozinheira mor, mas desde a morte de Lady Coira eu também cuido do castelo. Mas agora poderei ficar somente em minha cozinha, o lugar onde gosto de ficar e comandar.
As duas sorriram.
— Eu também estou muito feliz por estar aqui, Sra. Deirdre.
A Sra. Deirdre olhou para Jeanne e viu que ela não parecia feliz, mas sim apavorada com tudo o que estava lhe acontecendo.
— A senhorita ficará neste quarto — disse ao parar em frente de um dos quartos do corredor do segundo andar do castelo.
— Aqui também é o quarto do Earl MacDonell? — perguntou Jeanne ao entrarem no quarto.
— Não, senhorita. O quarto do Earl MacDonell fica no final do corredor. Eu virei buscá-la para levar até o seu futuro marido assim que ele chegar.
— Ele não está no castelo? — ficou surpresa ao saber que seu futuro marido não estava no castelo esperando por ela.
— Não, senhorita. Ele foi cavalgar. Os últimos dias têm sido muito agitados para todos, ainda mais para o Earl MacDonell. Ele teve várias reuniões com os laird MacDonell. E agora o casamento. Mas logo ele voltará para o castelo. Eu mandarei uma criada avisá-la quando ele chegar e depois eu virei buscá-la.
— Eu estarei pronta, Sra. Deirdre.
— Eu vou levar suas primas até o quarto onde elas ficarão. Nos vemos depois, senhorita.
Depois que a porta se fechou, Myrna disse com um grande sorriso no rosto.
— O castelo é lindo, senhorita. É maior que o Castelo Strome. E o seu quarto é tão lindo — disse olhando tudo em volta.
— É tudo muito lindo mesmo, Myrna.
— O que foi, senhorita?
A criada notou o desânimo da voz de sua senhora.
— Em pouco tempo eu vou conhecer o meu futuro marido. E se ele não gostar de mim, Myrna? Não gostaria de viver a mesma vida que minha mãe viveu. Estar casada com um homem que a odiava, que nada sentia por ela.
— Isso não vai aconteceu com a senhorita. Seu marido há de se apaixonar pela senhorita assim que vê-la. Mas será que a senhorita se apaixonará por seu marido assim que vê-lo?
Jeanne olhou desanimada para a criada. Ela sabia a resposta. Talvez isso acontecesse senão tivesse tido o encontro com o desconhecido no lago. Mas agora o seu coração estava tomado pela imagem e pela lembrança do toque das mãos daquele homem em sua pele, do sabor dos seus lábios em sua boca. Como esquecer o homem que a fez sentir tantas emoções em tão pouco tempo? Como afastá-lo de seu coração para que ela pudesse sentir algo por seu marido? Ela tinha pouco tempo para descobrir o que fazer para esquecer aquele homem.
— Eu espero que sim, Myrna.

* * *

Assim que chegou ao pátio do castelo, o Earl MacDonell entregou seu cavalo para um dos cavalariços que ficavam na porta do castelo, e entrou de forma intempestiva no castelo e caminhou apressado para a sua sala de reunião, que ficava em dos corredores do primeiro piso do castelo. Ele fechou a porta e foi até a mesa onde ficavam as garrafas com o vinho que era feito em Strathcarron pelos seus inquilinos. Ele tomou o conteúdo de um só gole e olhou para o vazio. Ele acreditou que o passeio a cavalo lhe faria se acalmar, mas não teve o efeito que ele desejava. Se sentia ainda mais agitado depois da cavalgada em Aldelaram, o cavalo que um dia foi de seu pai.
A porta da sala abriu e a Sra. Deirdre entrou.
— Como ela é, Sra. Deirdre? — perguntou ansioso.
A Sra. Deirdre sorriu ao ver o menino que um dia segurou em seus braços e que agora era um homem feito e chefe do clã ao qual pertencia, ansioso como um menino a espera de um pedaço de torta.
— Ela é linda, meu senhor.
Ele sorriu com seus dentes brancos perfeitos.
— É sorridente?
— Sim. Tem um sorriso muito bonito. Quer que eu a traga agora?
— Não. Espere escurecer e a traga aqui.
— Eu vou avisá-la que o senhor chegou para que ela fique pronta para descer.
— Vá então, Sra. Deirdre.
Depois que a mulher saiu da sala, ele andou agitado pela sala. Dependendo de como fosse aquele primeiro encontro, poderia haver ou não casamento no dia seguinte.
Batidas na porta o tiraram de seus pensamentos.
— Entre — disse ao se sentar em sua cadeira atrás da grande mesa de carvalho.
— Senhor — disse um jovem criado ao abrir a porta —, tem alguém que deseja lhe ver.
— Quem é, Morven? — disse com voz zangada. Ele não queria ter que resolver nenhum problema naquele momento.
Antes que Morven dissesse quem era, o homem entrou e olhou sorrindo para o homem atrás da mesa.
— Eu sabia que você veria, seu desgraçado. — Ele levantou-se e caminhou rapidamente em direção do homem que tinha a mesma altura que ele. Os dois eram os homens mais altos de Strathcarron. Os dois homens se abraçaram rindo e batendo com força em suas costas.
O jovem criado sorriu ao ver a cena e fechou a porta para dar privacidade para os dois homens.
— Eu sabia que você não perderia o meu casamento, irmão — disse sorrindo ao se afastar.
— Eu jamais perderia o casamento do meu irmão mais velho.
— Mas perdeu a cerimônia quando eu me tornei o chefe dos MacDonell — se afastou indo em direção à mesa de vinho.
— O tio Tormond precisava de mim, Eoghan. Travamos uma batalha difícil com os MacKenzie no dia que você se tornou o chefe do clã. Me desculpe por não estar aqui.
Eoghan sentiu na voz do irmão que ele realmente sentia por não ter estado ao seu lado naquele momento.
— Não estou zangado realmente, Gaelan. Sei que estava defendendo as pessoas do nosso clã. Sabe que minha vontade sempre foi estar onde você estava. Lutando pelo clã. E como está o tio Tormond?
— Rabugento como sempre. Desejou-lhe felicidade.
Eoghan entregou o copo de vinho para o irmão e levantou o seu copo para brindarem aquele momento.
— É bom tê-lo aqui, meu irmão.
— É bom estar em casa novamente. Ao seu casamento, meu irmão.
Os dois beberam todo o vinho de uma só vez. Eoghan se sentou em sua cadeira e convidou o irmão para se sentar na cadeira que ficava em frente à mesa.
— E como é sua noiva, Eoghan?
— Eu ainda não a conheci, Gaelan. A Sra. Deirdre a trará aqui pouco depois que escurecer.
— Parece nervoso, meu irmão. — Gaelan riu ao ver o irmão nervoso por conhecer uma mulher.
— Estou um pouco nervoso sim, Gaelan.
Gaelan parou de ri ao ver que o irmão parecia preocupado com algo.
— O que está acontecendo, Eoghan?
O chefe do clã MacDonell se levantou e andou de um lado a outro atrás de sua mesa. Gaelan viu que era algo mais sério do que ele pensava.
— Estou decidido a não me casar caso ela seja como a Coira.
Lady Coira MacDonell era a mãe dos dois. Eoghan e Gaelan nunca a viram sorrindo. Estava sempre com um semblante fechado. Era uma mulher amarga e infeliz. Ela tinha se casado obrigada com o Earl Hamish MacDonell. Coira estava prometida a outro homem, por quem estava completamente apaixonada. Quando soube que teria que se casar com o chefe do clã MacDonell, ela tentou fugir com o homem que amava, mas os dois foram pegos e seu pai matou o homem. Ela se casou com Earl Hamish MacDonell, que se apaixonou pela linda mulher assim que a viu. Coira odiava o marido. Ela o culpava pela morte do homem que amava. E o ódio que sentia pelo marido, não a deixava amar os dois filhos que tinha tido com ele. Eoghan e Gaelan nunca tiveram o amor da mãe, que morreu quando Eoghan tinha 15 anos. Agora, sete anos depois, Eoghan iria se casar e não queria viver com uma mulher amarga como sua mãe pelo resto de sua vida.
— Mas o Sr. Feandan não lhe disse como ela era?
— Sim, disse — voltou a sentar em sua cadeira. — Chegou aqui dizendo que ela era divertida e vivaz. E a Sra. Deirdre disse que ela tem um sorriso lindo.
— Então por que toda essa preocupação?
— Não é preocupação. Só estou um pouco ansioso com esse encontro.
— Tudo vai dar certo, meu irmão — disse ao se levantar. — Assim que se virem, os dois logo se apaixonarão. E viverão felizes para sempre. — Foi em direção à porta.
— O que vai fazer, Gaelan?
— Vou andar pelo castelo e cumprimentar alguns amigos. Já chegaram muitos convidados?
Eoghan sorriu e sabia o que o irmão iria procurar. Mulheres.
— Alguns convidados chegarão amanhã antes do casamento. Mas o castelo está cheio dos convidados que chegaram por esses dias. Vá se divertir, meu irmão. Só não se meta com as mulheres casadas — disse sorrindo.
— Quero distância das mulheres casadas, meu irmão.
Saiu e fechou a porta, deixando Eoghan sorrindo com o jeito despojado do irmão mais novo. Eoghan era dois anos mais velho que o irmão. Eoghan suspirou e tentou se acalmar para o encontro com sua futura esposa.

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5 comentários:

  1. As duas primas ficaram bem empolgadas com a história de Jeanne.
    Quero saber quando será o encontro desses dois.

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    1. Karlinha, minha querida, agora estou postando o capítulo no ISSUU. É só você abri o livro que está ali ao lado e ler. Já está com os quatro primeiros capítulos. O quinto logo será postado.

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  2. Estou adorando ler a história de Jeanne, Eoghan, Laudine e Gaelan.
    Um história que promete muito sucesso.
    Abraços!!!

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    1. Quem bom saber que está gostando, Fernanda.

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  3. Parece ser um romance lindo!!!!

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